Foram tratados temas transversais, num exercísio de contextualização e de reflexão alargada: o megalitismo é um tema complexo e importa estabelecer o diálogo entre áreas e perpectivas diversas, mas não necessariamente opostas.
O povoamento, a arte rupestre, as paisagens naturais (do céu e da terra), os artefactos, as lendas e memórias...
O Curso centrou-se, naturalmente, no megalitismo alentejano.
Porém, a arqueoastronomia ou a arte rupestre foram tratados de forma mais abrangente: Juan Belmonte e Lara Bacelar Alves alargaram magistralmente os horizontes.
Por outro lado, foram fundamentais e de altíssimo nível, os contributos das regiões vizinhas, nomeadamente o que tratou o conjunto algarvio de Alcalar (Rui Parreira) ou o que tratou o megalitismo andaluz (Leonardo Garcia).
De entre os participantes, destacou-se a presença de uma excelente "comissão" andaluza: Bartolomé Ruiz, Angel Polvorinos e Daniel Garcia; do lado eborense, Manuela Olveira: participante, persistente e interventiva.
Infelimente, não pudemos contar com a participação efectiva de dois conferencistas e membros fundamentais do staff do GEMA: o Pedro Alvim, que não esteve presente, e o Marciano da Silva que apenas participou no início do primeiro dia. Ambos por razões pessoais que, esperamos, sejam rapidamente ultrapassadas.
Estiveram ambos presentes, megaliticamente, tal como o Rafael Henriques, autor do belíssimo cartaz do evento.



Será que a Professora Mariana Diniz tem razão e a neolitização do Alentejo foi feita, pelos caminhos terrestres, a partir da Andaluzia?
1 comment:
bolas! da proxima vez q fizerem um curso assim avisem.
apesar de longe, bem gostaria de ai ir.
felicidades
Post a Comment